Isoladas num mundo particular de difícil acesso, com hábitos restritos, ritualizados e repetitivos, as crianças que desenvolvem autismo são corriqueiramente vistas como estranhas e alheias a tudo e a todos. O que poucos sabem é que estes indivíduos são dotados de talentos e habilidades singulares. Diante do diagnóstico de autismo, o mais importante para os pais, professores e profissionais de saúde é criar mecanismos para ensinar a essas pessoas os prazeres contidos nos momentos de convivência com a criança, buscando amenizar para elas o caráter invasivo e intimidador que o contato social adquire. Primeiro livro da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa escrito em parceria com especialistas da sua equipe, com experiência em crianças e adolescentes, Mundo Singular, é um guia voltado para o público leigo, com foco no funcionamento mental da criança com autismo. Caracterizado por um conjunto de sintomas que afeta a socialização, a comunicação e o comportamento, e que acomete cerca de 70 milhões de pessoas no mundo, o transtorno afeta, sobretudo, a interação social desses indivíduos. Em crianças, o distúrbio é mais diagnosticado do que o câncer, a AIDS e a diabetes somados. Sua manifestação é mais comum no sexo masculino do que no feminino. No entanto, apesar de sua prevalência, o tema permanece nebuloso para a maior parte da sociedade, e muito do que se imagina é fruto de preconceitos e mitos. Os autores abordam a cada capítulo os elementos que influenciam a vida de quem vive com o transtorno e daqueles que o cercam. O relacionamento com familiares, o ambiente escolar, o diagnóstico, o tratamento, a afetividade, a vida profissional, as questões legais e as perspectivas futuras são esmiuçados num texto escrito com sensibilidade, em que a teoria ganha contornos humanos, com uma sucessão de relatos de casos reais que preservam a identidade dos pacientes e defendem uma visão mais humana e positiva acerca dessas crianças que enxergam o mundo de forma tão singular.
Psicologa Comportamental e Mestra em Terapia Comportamental ABA
Aprendi com este vídeo que : O Autismo é de origem genética, são mais de 100 genes que fazem parte do Espectro Autista, não há um conjunto de gene específico para se definir, assim como não existem exames como sangue ou de imagem para diagnóstico.Sendo o Diagnóstico 100 % comportamental. Poderá existir exames futuramente que possam encontrar a origem e diagnóstico, como pesquisadores já estudam DNA. A criança poderá já nascer com Autismo. Existem causas ambientais que são Intra ou Fora do útero, onde causam uma chance maior de se ter Autismo. A pessoa ou já nasce portando Autismo, ou com uma pré disposição e alguns fatores dentro do útero ou fora do útero possibilitam o desencadear do autismo. Os fatores são: Parto Prematuro, sangramento na gravidez, Diabetes gestacional, Gravidez de múltiplos, Idade materna ou paterna avançada, principalmente após os 40 anos de idade. Pessoas que moram em áreas com muita poluição,aumentam a probabilidade, mas as causas são diversas. Tratamentos: Se seu filho não desenvolver os comportamentos e características esperados para fase dele. Mas também poderá desenvolver características de acordo com a idade dele e por volta dos 02 anos de idade sofrer uma regressão. Características : - Atenção Compartilhada; - Referência Social; - Busca aos responsáveis e curadores; - Interações Sociais; - Contato Visual e sua manutenção; - Movimentos repetitivos (estereotipados), movimentos de flepin, movimentam as mãos, gostam de coisas que giram, balançam o corpo; - Fala com função: Falar com intenção de comunicação, de se fazer entender, gestos e ações comunicativas; - Com 02 anos de idade a criança deverá falar pelo menos duas palavras juntas e formar uma frase para se comunicar; Se a criança com 01 ou 02 anos de idade não fala uma palavra, não apoonta, não olha nos olhos, não usa gestos, são crianças sérias, não respondem a gracinhas sociais , movimentos repetitivos, não estranham colos de desconhecidos, deve-se procurar ajuda com um neurologista infantil especializado no desenvolvimento ou um psiquiatra infantil, onde se faz necessário o acompanhamento de uma equipe de especialistas, onde poderá verificar se é apenas um atraso que será sanado e assim poderá ajuda-lá para o resto da vida.
Homenagem aos
professores de capoeira como Takinha
by Ericka Vanessa
Ao assistir
um programa na televisão Esporte Espetacular me emocionei ao ver Professor
Takinha - abadá capoeira, me emocionei demais em ver o seu carinho com crianças
com deficiência física serem motivadas pelo simples toque de um pandeiro.
Li muito
sobre o professor e já me era sabido a importância do esporte na vida de
pessoas com necessidades especiais, mas a capoeira me surpreender de tal forma,
foi algo surreal, me arrepie. Então decidi pesquisar e assim ajudar com meu
relato á pessoas que como eu desconhecia a importância do esporte na vida
dessas pessoas.
Que esporte
é essencial à saúde isso sabemos, o que deveria ter maior divulgação é o
esporte na vida de crianças e adultos com necessidades especiais.
Sabemos
que esporte melhora a condição cardiovascular dos praticantes, aprimora a
força, a agilidade, a coordenação motora, o equilíbrio e o repertório motor.
No
aspecto social, o esporte proporciona a oportunidade de sociabilização entre
pessoas com e sem deficiências, além de torná-los mais independente no seu dia
a dia. Isso sem levar em conta a percepção que a sociedade passa a ter das
pessoas com deficiência, acreditando nas suas inúmeras potencialidades.
No
aspecto psicológico, o esporte melhora a autoconfiança e a autoestima,
tornando-as mais otimistas e seguras para alcançarem seus objetivos.
Relato:“O
esporte é muito importante para o sentimento de que tudo é possível dentro das
minhas limitações e adaptações para execução daquilo que desejo fazer ou
praticar”, explica Ademir Cruz de Almeida, presidente da ABDF (Associação
Brasileira de Desportos para Deficientes Físicos) e da WAFF Site externo (World Amputee Football
Federation).
Os
especialistas recomendam a prática do esporte de uma maneira equilibrada,
respeitando as capacidades e as habilidades motoras de cada criança.
Pessoas
com necessidades especiais demonstram uma melhora significativa com o esporte,
devemos incentivar e iniciar nossas crianças com necessidades especiais a
esportes como equitação, natação, dentre outros capoeira, talvez você nunca
deva ter imaginado uma criança com paralisia cerebral utilizar a capoeira, deve
pensar como seria possível?
Pois
saiba isso é extremamente possível, há uma grande motivação na coordenação
motora das pessoas e com carinho, respeito, dedicação e amor tudo é possível.
Separei
alguns relatos verídicos de professores de capoeira para elucidar o assunto.
A capoeira é famosa por sua ginga,
acompanhada de movimentos acrobáticos e coreografados de quem está participando
da roda.
Por isso mesmo pode parecer
surpreendente saber que um grupo de crianças e jovens com dificuldades motoras
praticam o esporte no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR), espaço voltado
para a recuperação de pessoas com deficiência física ou motora em Teresina
(PI).
O professor Childerico Robson,
responsável pela atividade, garante:
- Não tem moleza não, aqui é capoeira como em qualquer
lugar do mundo.
As aulas de capoeira são praticadas desde a inauguração do
espaço, há cinco anos, todas as sextas-feiras. O esporte é utilizado como
ferramenta de reabilitação para os deficientes, melhorando a coordenação
motora, a força e o equilíbrio.
Mas
o principal efeito, como conta o instrutor Childerico Robson, é psicológico.
A
capoeira inclusiva é feita com pessoas cegas, surdas, com hidrocefalia,
paralisia cerebral, déficit de aprendizagem e com idosos. “Queremos quebrar
preconceitos, enfrentar as barreiras que essas pessoas encontram. Estimular uma
cultura de paz. Esse projeto já foi levado para universidades, foi motivo de
cursos, fóruns e palestras”. A capoeira estimula as crianças a vencerem seus
próprios limites. Eraldo diz que, por onde anda, forma multiplicadores para que
trabalhem a inclusão dentro das escolas.
O
esporte é utilizado como ferramenta de reabilitação para os deficientes,
melhorando a coordenação motora, a força e o equilíbrio.
A
todos que fazem a diferença na educação, desenvolvimento e na vida dessas
crianças eu agradeço imensamente.
Professor
Takinha seu trabalho é emocionante, que tenha seu merecimento reconhecido e que
continue fazendo a diferença na vida dessas crianças sempre, eu que apenas
assisti a linda reportagem fiquei extremamente emocionada. Obrigado por um
simples toque de um berimbau ou de um pandeiro levar movimento e alegria a uma
criança com paralisia cerebral.
Deus
o abençoe muito e sempre, eu como simples admiradora de seu trabalho me curvo a
sua simplicidade, obrigado.
Formada em Pedagogia, Artes e Pós Graduada em Psicopedagogia Institucional
Atividade é praticada em centro de reabilitação, localizado em Teresina (PI). Professor garante: 'Não é moleza, capoeira igual a qualquer lugar do mundo'
A capoeira é famosa por sua ginga, acompanhada de movimentos acrobáticos e coreografados de quem está participando da roda. Por isso mesmo pode parecer surpreendente saber que um grupo de crianças e jovens com dificuldades motoras praticam o esporte no Centro Integrado de Reabilitação (CEIR), espaço voltado para a recuperação de pessoas com deficiência física ou motora em Teresina (PI). O professor Childerico Robson, responsável pela atividade, garante: Não tem moleza não, aqui é capoeira como em qualquer lugar do mundo.
As aulas de capoeira são praticadas desde a inauguração do espaço, há cinco anos, todas as sextas-feiras. O esporte é utilizado como ferramenta de reabilitação para os deficientes, melhorando a coordenação motora, a força e o equilíbrio. Mas o principal efeito, como conta o instrutor Childerico Robson, é psicológico.
A interação social melhora muito, junto com a autoestima, a gente consegue libertar o ser aqui. Geralmente eles chegam contidos, mas se soltam e aí o céu é o limite – conta.
Os treinos seguem o ritmo e a filosofia de qualquer roda de capoeira. Childerico lembra que geralmente os alunos começam receosos, com medo de cair ou não conseguir fazer os movimentos, algo que fica para trás com o passar do tempo.
- A capoeira exige muito do corpo. Nem todo mundo tem a mesma flexibilidade, então é preciso trabalhar dentro dos próprios limites, e isso é em qualquer roda de capoeira. Aqui eles aprendem a conviver com as próprias limitações e com as dos outros também – afirma.
Mas engana-se quem pensa que por respeitar os limites o instrutor está falando em pegar leve. Childerico fala durante todo o treino. E fala alto. Cobra, gesticula, manda repetir o movimento. Como ele mesmo diz, apesar de ser usada para reabilitação, a atividade que acontece ali não é nenhum tipo de terapia, é capoeira mesmo.
- Para mim o pior deficiente é quem não vê o que eles podem fazer e acha que eu tenho que ficar alisando, dando beijinho e pegando na mão. Aqui tem exigência, é capoeira como em qualquer lugar do mundo – diz.
Os resultados são vistos no dia a dia dos alunos. Hélio Jansen tem 26 anos e nasceu com uma deficiência congênita, que atrofiou seus movimentos e o deixou em uma cadeira de rodas. Nada que o impeça de ter uma vida normal, estudando direito, dirigindo o próprio carro e, claro, praticando capoeira. Para ele, algo mais eficaz do que a própria terapia, justamente por não parecer com uma.
Hélio recebe auxílio na cadeira de rodas para poder participar (Foto: Wenner Tito)
- Eu ia fazer fisioterapia e não me sentia bem. Quando disseram que não precisava mais, me indicaram uma atividade desportiva e eu escolhi a capoeira. Estou aqui há alguns meses e já percebo alguns avanços, porque é algo prazeroso, você está praticando um esporte e não só fazendo um tratamento – diz o jovem.
Alguns alunos mais jovens também são encontrados no meio da roda. É o caso de Gustavo, de apenas 6 anos, que não esconde a ansiedade ao chegar ao Centro para começar mais uma aula. Gustavo nasceu com um problema que o levou para a mesa de cirurgia antes dos dois anos de idade. Sobreviveu, mas com os movimentos seriamente comprometidos, algo que vem sendo revertido no meio do "Paranauê".
- Hoje ele já tem 70% de todos os movimentos, graças à capoeira. Quando chega o dia ele fica logo perguntando que horas eu vou levar ele, fica animado, já corre. Quem conhecia ele antes vê hoje uma diferença enorme – conta Ramiro Bacelar, pai do garoto.
Assim como Gustavo e Hélio, são muitos outros os exemplos de crianças e jovens que encontram na capoeira do Ceir uma oportunidade de serem iguais. Não privilegiados, com treinos mais leve, mas tratados no mesmo nível, praticando um esporte que, teoricamente, teria tudo para não dar certo com eles. Mais que uma atividade física ou esporte, uma lição de superação.
Quero esclarecer que o Dislexo não é um doente, não é deficiente nem é portador de nada, ele simplesmente tem um QI normal ou superior aos demais e sua dificuldade é de leitura e de escrita.
Eu recomendo o filme : Como estrelas no céu
A dislexia ocorre em crianças com visão e inteligência em níveis normais, alguns sintomas podem ser retardo no desenvolvimento da fala, lentidão no aprendizado de novas palavras e retardo na alfabetização.
Tem dificuldade no sentido espacial, podem escrever de forma invertida, não tem percepção de esquerda e direita, o individuo sofre uma escassez de conhecimento prévio, apresentar dificuldade em decorar tabuada, ocorre de trocar, às vezes omitir ou inverter palavras na leitura podendo até acrescentar sílabas inexistentes.
É importante saber que a dislexia não é uma doença, senão um distúrbio genético e neurobiológico que independe da preguiça falta de atenção ou má alfabetização. Muitas crianças já foram intituladas como preguiçosas e desatentas, mas não verdade não é isso e o desconhecimento da síndrome que leva a esse julgamento incorreto.
Mas saiba que, o que ocorre é uma desordem no caminho das informações, o que inibe o processo de entendimento das letras e, por sua vez, pode comprometer a escrita. É claro que os sintomas da dislexia variam de acordo com os diferentes graus do transtorno, mas a pessoa tem dificuldade para decodificar as letras do alfabeto e tudo o que é relacionado à leitura. O disléxico não consegue associar o símbolo gráfico e as letras ao som que eles representam.
Alguns sinais são perceptíveis na pré – escola como: São crianças dispersas, não tem atenção, não manifestam interesses em leituras, também demais dificuldades.
Na idade escolar podem apresentar dificuldades em: Grande dificuldade na leitura e escrita, apresentam pobre conhecimento e interesse em rimas e sons idênticos, são crianças desatentas, apresentam dificuldade em registrar atividades do quadro negro em seu caderno, algumas crianças tem dificuldade em atividades como desenho devido a coordenação motora fina e grossa, fina como desenhos já outros desenvolvem e criam obras de artes, já a grossa encontram dificuldades na dança, exercícios aeróbicos e ginástica.
Uma equipe interdisciplinar é essencial no tratamento, ainda não se é sábido a cura para a dislexia. Mas, sabe-se que o tratamento da dislexia é um processo longo que demanda persistência.
È necessário uma equipe multidisciplinar, formada por professor, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo, neuro e fonoaudiólogo é fundamental para que você consiga não apenas conviver, como superar essa dificuldade.
Formada em Pedagogia, Artes e Pós Graduada em Psicopedagogia Institucional CBO 239425.
Transtorno não Verbal- Conhecido como TANV
Você sabia que as características do TANV são
parecidas com o Transtorno do Espectro Autista, principalmente o Asperger.
Pesquisei sobre o tema e irei discorrer meu artigo
para elucidar as pessoas sobre este transtorno.
by Ericka Vanessa
O TANV foi identificado nos
anos 60 por Jonhson & Myklebust, recebeu em 1970 de Byron Rourke a
denominação atual, tendo reconhecimento lento devido à baixa incidência entre a
população infantil, mas assim como o autismo, esse transtorno vem sendo mais
estudado e identificado na atualidade, à medida em que os seus portadores
passaram a frequentar as escolas regulares em maior número.
O Transtorno de aprendizagem
não-verbal (TANV) é uma síndrome neurológica que consiste em déficits
específicos, pois se
trata de uma desordem neurológica profunda, crônica, causada por disfunções
cerebrais, que provocam déficits significativos.
Ocorre
um desenvolvimento normal ou precoce da fala e vocabulário, atenção aos
detalhes, aprendizagem normal ou precoce da leitura e escrita,
dificuldades em cálculos matemáticos, aritmética.
Além disso, estes indivíduos
têm boa capacidade de se expressarem verbalmente e uma memória auditiva forte.
São apresentadas dificuldades
no convívio social, interação com outro, principalmente apresentam dificuldade
em conviver bem com crianças e pessoas da mesma faixa etária, onde se
socializam melhor com pessoas acima de suas idades, muitos não olham nos olhos (semelhante
ao autismo),resistência a aceitar o novo ou mudanças de rotinas,a compreensão da criança praticamente
se restringe às atividades que se baseiam no domínio verbal, ainda que muitas
vezes interprete erroneamente o que lhe é dito.
Como outro transtorno qualquer
o TANV pode permitir nas crianças que obtenham ótimos recursos verbais e de memorização,
dependendo demonstram-se grandes leitores e dominam um extenso vocabulário.
Normalmente apresentam dificuldade
em organização viso-espacial, ou seja, não tem rápida percepção para as
diferenças entre formas, tamanhos, quantidades e comprimentos e ainda apresentam
dificuldade em calcular distâncias, dentre outras apresentam desabilidades
psicomotoras sobretudo a motricidade fina e equilíbrio como dificuldade em atividades
físicas e esportivas, andar de bicicleta, simples amarrar de cadarços (próprio
do autismo),dificuldades em montar quebra cabeça, lego, labirintos, mapas, apresentam
memória visual pobre e déficits na percepção sensorial visual, auditiva e tátil.
Para obtenção do diagnóstico
é necessário, uma equipe interdisciplinar englobando os aspectos neurológicos,
psicológicos, pedagógicos e fonoaudiológicos, quando necessário, todos são feitos de forma multidisciplinar,
uma vez que os diagnósticos são clínicos, sendo a avaliação extremamente
importante para que as metas do processo de reabilitação sejam traçadas, sendo
estas específicas, mensuráveis, tangíveis e realistas, quanto as severidades do
quadro será determinada de acordo com a intensidade dos problemas, ou seja,
graus dentro de um espectro de intensidade.
Formada em Pedagogia, Artes e Pós Graduada em Psicopedagogia Institucional CBO 239425.
Encontro maravilhoso entre o Nicolas, autista de 16 anos, e Alysson Muotri, super cientista que tem pesquisado, como ninguém, sobre autismo. O encontro foi emocionante. Importante notar que o Nicolas nem sempre responde ao que lhe é perguntado da forma que se espera, mas da forma que ele absorveu a pergunta. Foram perguntas espontâneas, sem preparação e o bate papo, como sempre, foi livre e sem cortes. É muito bom ver o Nicolas conversando assim... Ele usa as palavras dele, do jeitinho dele, co o entendimento dele.
Obrigada ao Alysson Muotri pelas pesquisas e por ser tão simpático. Foi uma delícia ver os dois juntos :-)
Cientista responde perguntas sobre a primeira empresa de biotecnologia voltada ao autismo
Em um vídeo de mais de dez minutos, direto de San Diego (Califórna), nos Estados Unidos, o neurocientista Alysson Muotri respondeu às perguntas que lhe enviamos, a respeito da sua startup, a Tismoo, a primeira empresa de biotecnologia do mundo voltada ao autismo (veja reportagem sobre o lançamento da Tismoo).
Assista ao vídeo a seguir e saiba mais sobre esse início da era da medicina personalizada que estamos vivendo:
Estima-se que dois milhões de pessoas apresentam algum Transtorno do Espectro do Autismo, só no Brasil. Apesar de não haver algum remédio que cure, o tratamento eficiente inclui respeito, informação, tolerância e apoio.
Inspire-se com essas dezenove frases sobre o tema!
1“Autismo é um espectro. Não existem dois autistas iguais.”Asperger e Autismo no Brasil
2 “Ensina-me de várias maneiras, pois assim sou capaz de aprender.”Cíntia Leão Silva
3 “O autismo não se cura, se compreende.”Autismo Ávila
4 “As crianças especiais, assim como as aves, são diferentes em seus vôos. Todas, no entanto, são iguais em seu direito de voar.”Jesica Del Carmen Perez
5 “O autismo é parte deste mundo, não um mundo a parte.”Educando en la vida
6 “Autismo: apenas uma palavra. Não uma senteça.”Zazzle
7 “Lembre-se: pessoas com autismo têm sentimentos também. Seja sensível e tolerante.”Single Mothers Who Have Children With Autism
8 “Pessoas com autismo não mentem, não julgam, não fazem jogos mentais. Talvez possamos aprender alguma coisa com elas.”Cafe Press
9 “Não queremos mudar a forma com que nossos filhos veem o mundo. Queremos mudar a forma como o mundo vê nossos filhos.”Sou Mãe de Autista
10 “O conhecimento é poder. Utilize parte do seu tempo para educar alguém sobre o autismo. Não necessitamos de defensores. Necessitamos de educadores.”Asperger Women Association
11 “Os médicos determinaram um tratamento efetivo para pessoas com autismo. Chama-se respeito!”Some ecards
12 “Do lado de fora, olhando para dentro, você nunca poderá entendê-lo. Do lado de dentro, olhando para fora, você jamais conseguirá explicá-lo. Isso é autismo.”Autism Topics
13 “O autismo não é o inimigo. O inimigo é o preconceito.”MeuCérebro
14 “Diferente é o mundo que queremos!”Instituto Autismo e Vida
15 “A vida é como um quebra-cabeças. Deveríamos parar de tentar encaixar as pessoas onde elas não cabem.”Autor Desconhecido
16 “O especialista me disse: tens autismo. Minha mãe me deu as mãos, olhou nos meus olhos e disse: você é perfeito!”Imágenes de Feliz Día
17 “Quanto mais longe uma criança com autismo caminha sem ajuda, mais difícil se torna alcançá-la.”Talk About Autism
18 “Ser pai ou mãe de uma pessoa com autismo nem sempre é fácil, mas eu não trocaria meu filho por isso.”Toma conciencia sobre el Autismo e Síndrome de Asperger
19 “Uma mãe de verdade entende o que o filho não disse.”Autismo Diário