sexta-feira, 25 de março de 2016


O que é o Dia roxo?

Dia Roxo (Purple Day) é uma data mundial de conscientização a respeito da epilepsia. No mundo inteiro ocorre eventos para disseminar informações e diminuir estigmas, as pessoas também vestem roxo literalmente em apoio a data, seja uma blusa, fita ou adereços, etc. 

A epilepsia é uma condição do cérebro que é caracterizada por crises recorrentes. Cerca de 1 em cada 10 pessoas vão experimentar pelo menos uma convulsão durante uma vida inteira. Mas uma única convulsão, no entanto, não é epilepsia. A epilepsia é uma condição que é definida por várias convulsões.

A epilepsia é uma desordem de apreensão. Não é um distúrbio psicológico, nem uma doença e não é contagiosa. O cérebro é composto de bilhões de células nervosas ou neurônios que se comunicam através de sinais elétricos e químicos. Quando há uma descarga eléctrica excessiva que interrompe de forma súbita a atividade normal das células nervosas, pode resultar uma convulsão. As convulsões causam uma mudança na função ou comportamento. A apreensão pode assumir muitas formas diferentes, incluindo um olhar vazio, espasmos musculares, movimentos descontrolados, consciência alterada, sensações estranhas, ou uma convulsão.As Convulsões podem ocorrer raramente ou tão frequentemente como várias vezes ao dia. Se a condição é controlada com sucesso por meio de medicação, uma pessoa pode ser livre de crises.

A epilepsia é uma das desordens neurológicas crônicas mais comuns. Estima-se que 50 milhões de pessoas no mundo têm epilepsia. Isso significa que cerca de um por cento da população em geral tem epilepsia.

A epilepsia pode estar presente em qualquer idade, embora o seu início é na maioria das vezes na infância ou nos anos posteriores da vida. Às vezes, aqueles que desenvolvem convulsões durante a infância superar suas crises. Em idosos, há um aumento da incidência devido a acidentes vasculares cerebrais e envelhecimento do cérebro. Em mais de metade das pessoas com epilepsia.

O cérebro é como uma equipe de trabalhadores. Cada membro da equipe tem um certo trabalho para fazer. Isto significa que certas partes do cérebro são responsáveis por certas funções. Uma parte do cérebro é responsável por aquilo que vemos; outra parte do cérebro é responsável pelo movimento. Outras partes do cérebro são responsáveis pela fala ou olfato e paladar.

Todas as partes do cérebro se comunicam através de uma rede de células chamadas "neurônios." Os neurônios se comunicam através de pequenas cargas elétricas que viajam ao longo de vias nervosas semelhantes à eletricidade em um fio.

A crise pode ser classificada como uma convulsão "generalizada" se houver uma descarga não controlada de neurônios que afeta ambos os lados do cérebro, desde o início. Se a descarga não controlada de neurônios ocorre em apenas uma parte isolada do cérebro, é um ou apreensão focal "parcial".

Muitas pessoas com epilepsia reclamam de distração, esquecimento de nomes e coisas que vieram no passado. Isto pode ser devido à causa subjacente da epilepsia, a medicação, ou uma combinação de ambos. Embora não haja cura, existem maneiras de compensar essas dificuldades.

Como proceder durante as crises:

- coloque a pessoa deitada de costas, em lugar confortável, retirando de perto objetos com que ela possa se machucar, como pulseiras, relógios, óculos
- afrouxe as roupas
- caso a pessoa esteja babando, mantenha-a deitada com a cabeça voltada para o lado, evitando que ela se sufoque com a própria saliva
- quando a crise passar, deixe a pessoa descansar
- verifique se existe pulseira, medalha ou outra identificação médica de emergência que possa sugerir a causa da convulsão
- nunca segure a pessoa (deixe-a debater-se)
- não dê tapas
- não jogue água sobre ela.

quinta-feira, 24 de março de 2016

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Novo Olhar

Obediência! Desobediência! Um olhar diferente sobre essa questão…

Obediência! Desobediência! Um olhar diferente sobre essa questão…
Olá,
Já faz algum tempo que choco algumas pessoas quando digo, com todas as letras:
– Não quero que meu filho seja obediente!
Já viu algum empreendedor de sucesso obediente?
Já viu algum inovador criativo obediente?
Já viu alguém se destacar sendo obediente?
Quero, sim, que seja adequado, que entenda as regras a que se submete e que, se em algum momento achar que o que lhe peço é inadequado, que saiba – educadamente – me questionar, levantar sua argumentação e eu prometo ouvir e pensar e, certamente, voltar atrás quando achar que a sua razão é mesmo coerente.
Fiquei muito feliz quando assisti o vídeo abaixo com o Prof. José Pacheco incluindo mais 3 pilares da educação juntamente com os 4 já definidos pela Unesco…
Aprender a ser,
aprender a conviver,
aprender a conhecer
e aprender a fazer
definiu a Unesco
Aprender a desaprender
aprender a desaparecer
e aprender a desobedecer
acrescentou José Pacheco.
Sim! É esse o caminho que eu escolho: criar crianças que pensem, questionem e mudem as suas realidades para melhor.
Sucesso aos empreendedores da educação!
Até o próximo post!
Isa

Diálogo

A importância do diálogo diário com sua criança

Olá, pessoal!
Ontem aconteceu uma conversa interessante com meu filho Petrus de 4 anos que me fez pensar…
“Ele disse:
– Mamãe, lembra que eu queria ser cavaleiro quando crescer? Então, mudei de ideia… Agora eu quero ser construtor de casas!
Eu fiquei bem interessada em saber mais sobre o assunto:
– É mesmo? Que interessante! E por que razão você mudou de ideia?
Ele:
– Pra ganhar mais dinheiro…
Eu:
– Olha só… Interessante! E com quem você conversou sobre isso?
Ele:
– Com a Tia Marina. Ela me disse isso.”
Neste momento fiz a reflexão com meu marido que acompanhou o bate-papo durante o jantar:
– Por isso é importante o diálogo constante com os filhos. Quanto mais crescem, mais conversam com outras pessoas e mais suas ideias são transformadas e, se não tivermos sempre conversando e acompanhando, daqui um tempo podemos nos tornar verdadeiros estranhos que vivem juntos.
Fica a reflexão para você ter ação!
Converse com suas crianças, com seus filhos, com quem você convive!
Por um mundo de mais diálogo, interesse e amor.

Maria Montessori

O que fazer quando o bebê fica jogando as coisas no chão de propósito? – Maria Montessori

Deram a uma menininha de 6 meses um chocalho com um sininho. Depois de alguns minutos a menina deixou o chocalho cair. Pegaram o chocalho e entregaram a ela. E isso se repetiu várias vezes.
Uma das vezes, ao invés de abrir a mão inteira, começou a afastar primeiro um dedo, depois outro e mais outro, finalmente o último dedinho se abriu e o chocalho caiu no chão. Refez o movimento continuando a olhar seus dedinhos. O que a interessava não era, evidentemente, o chocalho, mas a brincadeira, a “função” dos dedos.
A mãe, esperta, limitava-se a pegar com toda paciência o chocalho e devolver à filha. Desta maneira, participava do desenvolvimento de sua criança.
Se aquela menina não tivesse sido observada por adultos preparados, talvez tivessem guardado o chocalho pois se via, claramente, que o atirava ao chão de propósito.
Assim teria sido reprimido um jeito puro e natural de desenvolver a inteligência da menina. Ao invés de gozar aqueles momentos, a garotinha talvez tivesse explodido em prantos; naquele choro aparentemente sem motivo e para o qual não damos importância e que, desde o nascimento, estende um véu de incompreensão entre nós e a alma infantil.”
(Do livro “Em Família” de Maria Montessori)

(Fonte da Imagem: www.lellilu.com)
Até a próxima!
Isa Minatel



http://www.pragentemiuda.org/2013/08/curso-de-psicopedagogia-novo.html

Psicopedagogia Comportamental

Olá Pessoal,
Hoje quero propor uma reflexão sobre a atividade do profissional de psicopedagogia…
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Sendo a PSICOPEDAGOGIA a ciência que se ocupa de trabalhar sobre os processos de aprendizagem, do ponto de vista da Inteligência Emocional, posso ter a Psicopedagogia Conportamental visando instalar na criança e nos adultos que convivem com ela novas opções de comportamento para melhores relações, comportamento e, consequentemente, melhores desempenho em relação ao aprendizado.
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O ser humano é um ser integrado, total e necessita ser considerado em sua inteireza. Logo, o cuidado com as emoções e os comportamentos para abrir caminhos para o cognitivo é fundamental.
E você, o que pensa sobre isso?
Comente e compartilhe.
Vamos dar vez e voz para esta discussão tão relevante!
Até o próximo post!



Ericka Vanessa
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Autismo